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    Identidade



    EM QUEM CONFIAR

     

    De tempos em tempos reconheço que é necessário questionar sobre “confiança”, em quem confiar quando tudo parece por um fio a desmoronar nos penhascos da vida? Confiança é a base de alto estima, amor por outrem, fortalecimento de amizades e outras inúmeras coisas que movem esse mundo cheio de pessoas extremamente diferentes.

                Há dias que realmente questiono se é bom estar com pessoas que você julga suas amigas e que por vezes mostram o contrário, tive já inúmeras decepções pela vida a fora e acredite mais triste, não é saber que as pessoas podem te decepcionar, mais triste é sentir que não se pode confiar em alguém.

                Ser uma loba solitária que na penumbra da noite caça sua presa, ou ser componente de uma alcatéia que por vezes conquistam coisas juntas? É difícil esse tipo de escolha, pode-se morrer de fome sozinha, mas também se pode morrer de abandono em grupo, onde os mais fortes sempre acharão um jeitinho de sobreviver, nem que para isso tenham que devorar os seus.

                Para se ter consciência de trabalho em grupo é necessário que o grupo todo pense igual, mas isso, caro amigos não existe, pensar em socialismo onde o que impera é a lei do mais forte, do mais jovem, do mais perverso, do mais esperto e do mais cruel é por vezes utópico. O mesmo acontece se você for pensar em amizade, dento de um grupo onde apenas se espera a oportunidade certa para a tacada final.

                É um circulo vicioso, sempre se quer mostrar que o poder é de todos quando o poder é talvez de quem chegue primeiro. Bem fazem as raposas que esperam todos dormirem, inclusive o dono do galinheiro para chegar sorrateiramente e desfrutar solitária da sua vitima, e quem é vitima nessa história? O pobre criador de galinhas, as galinhas ou a abandonada raposa?

                Fica o conselho aos desavisados, não durmam cedo, não deixem fresta abertas e nem pensem em não se cuidar, porque a raposa pode chegar, mas saibam que ela também temerosa e solitária cuida-se da loba que pode estar à espreita esperando ela se distrair e acabar coma vida dela.

                Confiança mais que tudo é medo, desconfiança, desprendimento, solidão e cuidado. Um dia ouvi dizer por ai em algum lugar que, melhor é marcar território e fazer com que acreditem que você não está preocupado, e esperar, porque “vingança” é um prato que se come frio e a vitória é dos solitários. E por mais que esses solitários encontram-se acompanhados ainda assim devem prezar pela sua solidão, porque vai chegar um momento que talvez você não seja o caçador, mas a caça, talvez não seja o malvado predador, mas a pobre vitima... Beijus eu volto... Lins Roballo

     

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    Escrito por Lins Roballo às 20h42
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    VI, GOSTEI E RECOMENDO...

    Um adolescente se apaixona por uma mulher mais velha e vive intenso romance. De uma hora para outra, ela some de sua vida. Cerca de oito anos depois, ele reencontra essa parte de seu passado ao participar de um polêmico julgamento de crimes cometidos pelos nazistas na segunda grande guerra. Dirigido por Stephen Daldry (As Horas) e com Ralph Fiennes, Kate Winslet e Bruno Ganz no elenco. Vencedor do Oscar de Melhor Atriz

          

    TRAILER DO FILME...

    O que você seria capaz de fazer para esconder um segredo? Resolva este mistério. A sociedade acredita que é guiada pela moralidade mas isto não é verdade. O premiado diretor de "As Horas", Stephen...
    Porque cinema é muito mais do que pipoca!


    Escrito por Lins Roballo às 13h01
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    MÚSICAS CONTAM TUDO SOBRE NÓS...

    Sabe aquela pergunta que por algum tempo circula pela nossa mente, “se minha vida fosse uma música seria?” difícil responder esse tipo de questão, porque depende muito do tipo de situação que se está vivendo, se for um momento mágico pode-se explicar ele através das infantis e inocentes musicas das Kely Kis, Wanessas, Sandys e outros tipos de artistas que de tempo em tempo criam esse tipo de canção.

    As músicas românticas embalam as noites, as tardes e as vezes até as manhãs dos corações apaixonados, é como diz Cazuza “Amor da minha vida daqui até a eternidade...” há também canções como a de Cássia Eller que explicam totalmente esse amor, perdido amor, ‘se lembra quando agente chegou um dia acreditar, que tudo era para sempre...Sem saber que o para sempre, sempre acaba...” e acreditem não é essa mudança de estações que muda a lógica dos corações apaixonados, a vida em si explode modifica e edifica muitas coisas, a gente que sempre tem o costume de “rasgar pano nobre pura seda” como expressa Legião Urbana, para valorizar as pessoas e os momentos... e quando algumas coisas caem por terra, a gente tem o costume de dizer “quero colo, vou fugir de casa, posso dormir aqui com você?” Como se fugir dos problemas e abandonos fosse a solução mais rápida.

                É canções dizem muito sobre nossa vida, refletem na gente os momentos que queremos que os outros percebam, por isso é necessário fazer como dizia Rauzito, “eu prefiro ser, essa metamorfose ambulante... do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo...” e ainda nos nossos mais rebeldes dias de solidão é fácil gritar “viva!!! Viva!!! Viva a sociedade alternativa...”, é complicado quando se tem muita coisa para explicar sem muita palavra para expressar, imaginem só você dizendo para a mãe que “o amor é bossa nova, sexo é  carnaval...” e seguindo tudo isso é que daí “tudo vira bosta!!!” e viva Rita Lee que embalava nossa juventude, ou pelo menos a minha... quando para explicar o prazer de estar com alguém você diz “meu bem você me dá água na boca” e isso tudo “de tanto imaginar loucura” e claro não esquecendo a trupe Kid Abelha que dizia “tira essa bermuda faz cara de mistério... uhhhh eu quero você como eu quero...” porque “...longue do meu domínio você vai de mal a pior... vem que eu te ensino como ser bem melhor”.

                Nada como as noites de verão, as frias tardes de inverno, as flores da primavera e as folhas caídas do outono para dar uma renovada nas relações e “é bem assim que estou... é tudo que restou...” Sandy e Jr, separados mostram que o tempo é corrosivo e até termina com alguns laços que poderiam ser inatingíveis. O tempo, ah o tempo! ele é dono de todo o destino,  é real aquela história de “viva o hoje, porque o amanhã nem chegou ainda...” e provavelmente jamais chegue... É duro saber que se tem que viver dia após dia, a espera de nada... A espera de um “turo, turo aqui dentro...” e perceber que alguma coisa diferente está novamente acontecendo... E assim a vida segue, sobre essa lógica bem mundana... “O mundo dá voltas...” e nossa como ele gira, como as coisas modificam e como Roberto Carlos dizia em uma das suas canções... “Hoje eu ouço as canções que você fez pra mim... não sei por que razão tudo mudou assim... ficaram as canções e você não ficou...” beijus eu volto... Lins Roballo

    Música para compor a leitura...

    (comentem depois)

     



    Escrito por Lins Roballo às 13h56
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