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    Identidade



    ENQUANTO CHOVE LÁ FORA

    Enquanto chove lá fora aqui dentro muitas coisas acontecem, sabe trancafiada por conta da chuva, o tempo insiste em passar vagarosamente possibilitando pensamentos e conversas comigo mesma, é bom o tempo assim ele trás aquela sensação de volta a juventude, pipoca, cafezinho e talvez bolinhos de chuva... Meu gato insiste em querer conversar, quer carinho, está também solitário.

                Esse tempo de reflexão é bom para acalmar os pensamentos maldosos, sexuais e algumas mais, a conversa com amigos possibilita uma ligação com o eu, faz bem para que a noite seja mais preciosa, é bom o passar das horas vagarosas, porque de pingo em pingo, os papos noite a fora fluem e talvez possam levar as novas descobertas.

                A música acompanha as gargalhadas, o divertimento e a descontração, juntos mais uma noite nem parece que pouco nos vimos, é estranho às vezes esse tipo de reunião para colocar os papos em dia porque como amigos às vezes parecemos tão estranhos e distantes e isso nos liga novamente.

                Enquanto passo a passo a noite volta para sua morada e se inicia então mais um dia, é recompensador depois de tanto papo jogado fora rever as fotos, rever os amigos e rever nossa opinião sobre certas coisas, aqui no sul, em pleno inverno curtindo mais uma noite, e que noite divertida... Beijus eu volto... Lins Roballo

     

    Musica Para Compor a Leitura

    (comentem o texto beijus)

     

     



    Escrito por Lins Roballo às 03h18
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    DE VOLTA AO FUTURO (DELORI)

                Quem nunca viu aquele fabuloso filme dos anos 90 que tinha um menino e um velho cientista que juntos viajavam pelo tempo em um carro chamado Delori? O texto de hoje vem com esse propósito, traçar uma linha no tempo, quem não queria poder ir a qualquer lugar a qualquer hora e poder ver coisas e presenciar situações que estão presas lá atrás?

                Ter em suas mãos o poder de escolher, ver o que se deve fazer muito antes de ser feito, poder concertar os erros, melhorar o futuro, deslizando pelo passado como um observador das atitudes, das suas atitudes?

                Se tivesse em meu poder essa Delori, esse trem espacial que vaga por entre buracos negros do espaço e do tempo e que tem o poder de transformar as situações, talvez revisse algumas escolhas, tiraria de minha boca algumas palavras que foram ditas a algumas pessoas, escolheria outros caminhos, que mais fáceis me provocariam menos dor, enfim reconcertaria algumas pequenas falhas, reveria e reformularia algumas cenas e apagaria todas aquelas, que dolorosas me instigavam algum tipo de sensação, e como em um filme épico construiria a perfeição...

                Mas que graça teria poder redesenhar tudo de novo se o bonito do desenho está justamente nos erros, que importância teria reescrever o livro se o rascunho ainda é o mais interessante? Alguns poderes às vezes assustam, pois aquele menino, que por muitas vezes viu-se pequeno, viu-se adulto e presenciou seu fim, pode dizer que se a história não fosse como foi não teria a mesma graça e nem o mesmo brilho.

                Ter milhões, carrões e todos aos seus pés nem sempre são o mais justo, o mais doce, o mais divertido. Às vezes a malemolência da vida corrida, da vida sofrida e da vida confusa e conturbada nos trás muito mais ensinamentos do que a fraca aventura de se ter tudo. Pense nisso... beijos eu volto... Lins Roballo

     Musica para compor a leitura...

    (comentem o texto beijus)

     



    Escrito por Lins Roballo às 03h06
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